Na última edição, propus um ponto de partida: antes de desenhar projetos ou propor reformas, ouvir quem vive o Mercado Público Municipal — comerciantes, frequentadores, produtores e também aqueles que deixaram de ir.
Mas essa escolha traz uma responsabilidade.
Quem dedica tempo para contar uma dificuldade ou apresentar uma ideia espera algum retorno. Quando as conversas terminam em um relatório guardado na gaveta, fica a frustração de ter falado sem saber se alguém levou aq